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Uma recordação para toda a vida

Um projeto fotográfico desenvolvido nas escolas de Taquari tem ganhado o gosto dos pais e estudantes: a recordação escolar.
Em 2012, a fotógrafa Jary Azeredo retomou a função de registrar os alunos no espaço escolar, ambiente no qual a maioria das pessoas passam grande parte de suas vidas. Atualmente, com a popularização das câmeras fotográficas em celulares, fazer registros está cada vez mais comum, no entanto, como não são impressos, muitos se perdem com o tempo. Além disso, com a famosa selfie (foto de si mesmo) muitas fotografias não mostram o ambiente escolar com suas características. “O que me motiva é exatamente o valor de uma recordação escolar para a pessoa no futuro. Uma fotografia marca o tempo, e relembrar a escola, a professora e colegas é maravilhoso”, destaca a fotógrafa Jary Azeredo.
Neste ano, ela está desenvolvendo o projeto Retrô, que faz a foto do estudante num cenário que destaca o ambiente escolar. “Antes, cada ano, a recordação abordava um tema. Incentivo à leitura, as diferenças. Em 2016 foram as Olimpíadas. Neste ano, resolvi fazer um trabalho diferente e onde comecei com o Retrô”, diz.
A foto da recordação escolar é realizada há décadas e por ter sido artigo raro, para muitos ela é a única foto do tempo escolar. A agente comunitária de saúde, Aline Almeida, 29 anos, diz que tem apenas uma foto dos anos iniciais na escola. “Fiz quando era pequena, como Bitsch, lá na escola Osvaldo. Depois, só tenho da oitava série, pela formatura”, conta Aline, que estava no primeiro ano quando fez a sua recordação escolar.
Neste mês, a filha de Aline, Sarah Almeida Palagi, 6 anos, que estuda na mesma escola em que a mãe cursou o ensino fundamental, foi fotografada para o projeto. “Adorei a idéia”, destaca.

Uma feliz coincidência

Além de proporcionar à atual geração de estudantes uma recordação para a vida, como ocorria nas décadas passadas,
o projeto revelou uma curiosa coincidência. Muitos pais puderam comparar as suas fotos com a de seus filhos.
A professora Sabrina de Souza, 38 anos, além de gostar da ideia de ter uma foto do filho Nicolas de Souza Marmitt, 8 anos, parecida com a do tempo da sua infância, ficou impressionada com a semelhança do menino com o pai dele, Paulo Ricardo Marmitt, 48 anos. “Quando a Jary foi até a escola com esse projeto, achei muito legal e logo quis fazer a do Nicolas. Já havia feito outras recordações escolares mas não desse tipo. Passa um filme na cabeça da gente do tempo de criança e de quando íamos para a escola. Época maravilhosa da minha vida. Tanto que escolhi ser professora. Ao ver a foto pronta , fiquei impressionada com a semelhança. Nossa! Enviei para a família toda, brincando se existia alguma semelhança”, conta a professora. Paulo Marmitt foi fotografado em 1979, quando estava na pré-escola (naquela época chamado Jardim de Infância) e estudava no Ginásio Conceição, em Taquari. “Se não fosse o cenário e misturassem as fotos, ficaria mais difícil de saber quem é”, diz Marmitt.
Para a fotógrafa, estas descobertas deixaram o projeto mais alegre. “Tenho visto nas redes sociais a felicidade de alguns pais, que também possuem suas recordações escolares, e ao mostrarem para seus filhos, a nostalgia e comparações são inevitáveis.. Estou muito feliz com o resultado deste trabalho. Minha colega, Patrícia Sattler, está comigo para auxiliar na montagem do cenário, até a realização da foto, nos preocupamos em deixar eles à vontade, para que se reflita isso nas fotografias”, destaca.

SOCIAIS - Marmit Pai COLOR NET

SOCIAIS - Marmit Filho COLOR NET
 

 

 

 

 

Há 30 anos fotografando nas escolas

O fotógrafo João Afonso Bitsch, 69 anos, está em Taquari desde 1988, e um dos seus afazeres preferidos é fotografar as crianças. Muitos registros de taquarienses nas escolas foram feitos por ele. Atualmente, Bitsch, como é conhecido, segue fotografando nos educandários e chegou a fazer 150 fotos pelo Dia das Mães em uma instituição local. “Pediu para ir, eu tô indo. É com criança, daí gosto mais. Quando eu tô cansado aqui dentro (no estúdio), vou nos colégios, parece que as crianças dão ânimo na gente. Qualquer coisa que a gente fala, elas estão rindo”.
Bitsch chegou em Taquari para ficar apenas um ano, mas foi se aproximando da comunidade e até hoje é presença certa em muitos eventos, especialmente batizados e primeira comunhão. “Me acostumei e não me custa nada fazer. Sinto falta quando não faço. Num mês que não pude ir, o padre ficou sentido. Não pergunto se o cliente quer ou não a foto. Vou tirando… é uma alegria, um esporte”, destaca. Natural de Venâncio Aires, comprou uma máquina fotográfica e passou a ser chamado para fazer evento, até chegar nos casamentos. “Chegava a ter três, quatro, cinco no sábado, não sei como eu atendia. Mas o pessoal colaborava. Um esperava para fazer o outro e sempre dava certo”, lembra.

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