Taquari, 12 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
17/11/2017
PubliCIDADE: “Mico” nosso de cada dia!

Hoje cedinho recebi uma mensagem da minha irmã contando que estava indo para a aula de vestido, a pé pelas ruas da capital onde mora, e reparou que estava chamando bastante atenção. Depois de uma caminhada considerável, um taxista olhou-a insistentemente, e ao chegar mais perto gritou: “O vestido”!. Acredita que a menina estava com o vestido preso na mochila e caminhando na rodovia com o vestido levantado?! Coitada! Demos muita risada e eu lembrei ela que a sorte é que pela bunda não se reconhece ninguém, e que a sorte que a cidade dela é grande.
Ai eu pergunto, quem nunca?
Uma vez estava de moto com uma comadre e a minha blusa “frente-única” se abriu e caiu. Eu e ela nem reparamos. A sorte que voltávamos da Estação Experimental e apenas um caminhoneiro nos viu. Diferente da vez em que eu subia a rua Othelo Rosa com meu filho, meio-dia, e ao chegar em uma esquina, um vento forte levantou meu vestido. Eu gritei alto, e quem não tinha visto, nessa hora viu. Era tanto vento que eu segurava na frente e ele levantava atrás. Fiquei nessa luta bancando a Merilyn Monroe longos segundos. O que mais me envergonhou foi que tinha um rapaz sentado assistindo a tudo e nem uma risadinha de conforto deu. No outro dia, no mesmo horário e local, passou o carro do Google filmando a estrada! Ufa, escapei!
Essas coisas acontecem com todo mundo. E deve ser por isso que minha avó sempre recomenda sair de casa com calcinha bonita. A primeira coisa em que pensei logo que consegui controlar o meu vestido foi na calcinha que eu estava usando (risos).
E é uma bela reflexão pensar porque é vergonhoso ser vista de calcinha se na praia estamos todos expostos em minibiquínis e sungas e é tudo normal!
Vamos rir. Vamos achar graça das nossas histórias, que na verdade todos temos alguma gafe para comentar. Eu já dei muito fora por falar demais, e também já fiz muita bobagem, como fazer pessoas empurrarem um carro e esquecer de virar a chave. Histórias como estas, faço questão de comentar. Pois rir de nós mesmos liberta a alma!
 
Daphne Becker

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No dia 16 de maio, um bugio que estava no Bairro Praia teve um choque ao deitar-se sobre os fios de energia elétrica. Ele caiu dos cabos da rede e foi socorrido por pessoas que estavam nas proximidades, entre elas, o agricultor Seloí Lang, conhecido por Nego do Rincão, que fez massagem e assoprou sua boca.

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