Taquari, 14 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
08/09/2017
Mesmo longe, de olho nos filhos

O uso de tecnologia no cotidiano das pessoas é inevitável e cada vez mais presente. Os telefones celulares, que já foram utilizados apenas para falar (sem a imagem), hoje tomam conta de boa parte da vida das pessoas, como os computadores, que conectam com o mundo. As mesmas mudanças vêm ocorrendo com as câmeras de segurança. Inicialmente eram utilizadas para monitoramento na tentativa de inibir ou identificar a ação de criminosos. Recentemente, passaram a ser, além de uma alternativa de segurança, uma aliada de muitas famílias, especialmente na rotina escolar. 
Em Taquari, o sistema de videomonitoramento pode ser utilizado por alguns pais para acompanhar o filho na creche. Pelo celular, eles podem acessar a qualquer momento as imagens da escola onde o filho está matriculado. O Instituto Encanto, que iniciou as atividades com maternal e educação infantil em Taquari neste ano, disponibiliza este serviço.
A escola de 213 metros quadrados tem 13 alunos em três turmas.
A diretora da escola, Graciele da Silva Martins, explica que quando precisou deixar o primogênito na escola, todo o dia era a mesma coisa. “Na hora de deixar na escola, ele chorava e as professoras diziam: tu não chegas na esquina e ele já parou. Mas fica na dúvida”, lembra. Para ela, as câmeras aliviam a angústia. “Ver que ele parou de chorar, é bem diferente”, destaca .
Ela também ressalta a segurança. “A empresa é idônea, contrata pessoas idôneas com o melhor currículo, mas a prática só no dia a dia. É uma segurança para a empresa, para os pais e para matar a saudade um pouquinho”. 
Ela conta que, por experiência, nos primeiros dias a curiosidade em saber como o filho está na escola é maior. “No começo a gente olha bastante, mas depois não muito”. 
Para a comerciante, Sabrini Wilke Pens, 30 anos, mãe do Henrique, 3 anos, o uso das câmeras é muito bom. “A escola que investe neste tipo de monitoramento, além de ser um diferencial é uma forma de deixar os pais tranquilos sabendo o que seu filho está fazendo e como está sendo cuidado”, diz, completando que frequentemente olha no celular. 
Outra mãe, Pauline Maia, diz que é uma maneira de saber como a filha está se relacionando com os colegas.  “Posso monitorar a Sofia no momento em que não estou com ela. Vejo todos os dias um pouco. É ótimo até para ver como está o comportamento dela com os colegas”, conta. 
 

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No dia 16 de maio, um bugio que estava no Bairro Praia teve um choque ao deitar-se sobre os fios de energia elétrica. Ele caiu dos cabos da rede e foi socorrido por pessoas que estavam nas proximidades, entre elas, o agricultor Seloí Lang, conhecido por Nego do Rincão, que fez massagem e assoprou sua boca.

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